EEEFM "Oswaldo Piana" e CEEJA "Vale do Guaporé" - Seringueiras/Ro
Diversidade na unidade
Compromisso de todos
As vezes pensamos ser estranho pessoas comerem carne de cachorro, besouro assado, ou pintarem o corpo para louvar o Criador, ou ainda dançarem festivamente para comemorar a boa colheita, o nascimento de um filho ou a chegada de um ente querido... Toda essa diversidade comprova o fato de que vivemos num mundo de culturas e tradições variadas. Vale a pena conhecer, valorizar e respeitar essa diversidade que há em nossa unidade!
Renião para encaminhar os primeiros passos da visita programada à comunidade quilombola de Jesus...
Revisamos que a História de Rondônia começa antes do descobrimento do Brasil, quando o atual território do estado era povoado por várias tribos de índios. O estado foi criado em 1943 por Getúlio Vargas, com o status de território fronteiriço subordinado diretamente ao governo central e o nome de Guaporé. Em 22 de dezembro de 1981 é criado Estado de Rondônia, e em 04 de Janeiro de 1982, O Estado é instalado, tendo como seu 1º governador o Cel. Jorge Teixeira. O nome Rondônia foi uma homenagem ao sertanista "marechal" Cândido Rondon.
Sua população é uma das mais diversificadas do Brasil, composta principalmente de imigrantes oriundos de todas as regiões do país, dentre os quais destacam-se os paranaenses, paulistas, mineiros, gaúchos, capixabas, baianos e matogrossenses, cuja presença é marcante nas cidades do interior do estado, além de cearenses, maranhenses, amazonenses e acreanos, que fixaram-se na capital, preservando-se ainda os fortes traços amazônicos da população nativa (indígenas e afro descendentes) nas cidades banhadas por grandes rios.
A capital de Rondônia, Porto Velho, possui uma população de 379.186 habitantes, de acordo com estimativa do IBGE para 2008, sendo a 3ª maior capital da região Norte.
Sem medo do que possamos encontrar, nos preparamos para mais um dia de pesquisa, em contato com diferentes formas de cultura e com a natureza exuberante.
Para que possamos realizar com sucesso cada etapa do projeto sempre debatemos os pontos positivos e negativos, toda a equipe participa e acata opiniões e críticas.
Uma equipe unida que estimula a valorização e o respeito pela diversidade que forma nossa unidade, ressignificando a cultura e a tradição das diversas etnias que contituem nossa sociedade!
"Só jogue no rio (ou no mar)o que o peixe pode comer. " [ Ziraldo ] "Todas as nossas palavras serão inúteis se não brotarem do fundo do coração. As palavras que não dão luz aumentam a escuridão."
Valter Duarte: apoio incondicional.
Refletindo sobre a caminhada
"Há homens que lutam um dia e são bons. Há outros que lutam um ano e são melhores. Há os que lutam muitos anos, e são muito bons. Mas há os que lutam toda a vida, esses são os imprescindíveis." Bertold Brecht
Percorremos extensas veredas em busca de diferentes realidade e novos conhecimentos
Pensemos com Gandhi
"É injusto e imoral tentar fugir às conseqüências dos próprios atos. A natureza é inexorável, e vingar-se-á completamente de uma tal violação de suas leis."
Seguindo juntos...
Provérbio
"Trate bem a terra. Ela não foi doada à você pelos seus pais. Ela foi emprestada à você pelos seus filhos."
População indígena.
Segundo levantamento do IBGE, percentual de indígenas na população brasileira passou de 0,2% (294 mil) para 0,4% (734 mil). A escolaridade dos indígenas também aumentou.
Africanidade
45% da população brasileira é de descendência africana, as culturas dos vários reinos de onde foram trazidos radicaram-se e foram sendo transmitidas através de seus costumes, hierarquias, línguas, concepções estéticas, dramatizações, literatura, mitologia, visão de mundo e sobretudo a sua religião.
Influência
Cultura afro-brasileira é o resultado do desenvolvimento da cultura africana no Brasil, incluindo as influências recebidas das culturasportuguesa e indígena[1] que se manifestam em diversos expressões como, por exemplo, a música, a religião e a culinária. A cozinha brasileira deriva em grande parte da cozinha africana, mesclada com elementos da cozinha indígena e portuguesa. Na Bahia, por exemplo, existem duas maneiras de se preparar os pratos "afros". Uma mais simples, sem muito tempero, que é feita nos terreiros de candomblé para serem oferecidos aos Orixás, e a outra, fora dos terreiros, onde as comidas são preparadas e vendidas pela baiana do acarajé, nos restaurantes, e nas residências, que são mais carregadas no tempero e mais saborosas. A culinária baiana é a que mais demonstra a influência africana nos seus pratos típicos como acarajé, vatapá e moqueca. A feijoada é considerado o prato nacional do Brasil. É basicamente a mistura de feijões pretos e carne de porco. Começou, certamente, quando escravos negros tentaram reproduzir pratos típicos da culinária portuguesa da região do Porto que misturavam feijão branco com carne de porco. Os escravos negros modificaram a receita, pois só tinham acesso a feijões pretos, às partes rejeitadas do porco que eram salgadas (pés, rabos, orelhas) e à carne-seca. A feijoada é acompanhada pela farofa, prato a base de farinha de mandioca, com origem indígena e couve refogada.